<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d8777530\x26blogName\x3dFormiga+Rabiga\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dSILVER\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://formiga-rabiga.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://formiga-rabiga.blogspot.com/\x26vt\x3d1847697079752520194', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

sexta-feira, abril 29, 2005

Em modo de:

Fim de semana super-preenchido!

quinta-feira, abril 28, 2005

Mais língua portuguesa

"A gente" - em substituição do pronome pessoal nós - é muito mau. "A gente", conjugada com o verbo na segunda pessoa do plural (ora por exemplo: a gente temos... ) é mau demais!

Metro

Seria gente demasiado feia ou demasiada gente feia?

Não percebi mas tenho a certeza que era tudo muito feio.

Doce de abóbora

Absolutamente viciada!

Pretensiosismos de linguagem

Obstaculizar?!
Obstaculizar é mau. É que é mesmo muito mau!


Quem nasce pretensioso tarde ou nunca deixará de o ser. Certo?

Civilização Maya

Há dias fui convidada para o Buddha Bar cá do sítio – nada de confundir com o genuíno – para uma prova de sushi. O convite chegou-me por intermédio de uma amiga cujos filhos, de 12 e 14 anos, são “clientes”, de assiduidade diária, do clube de sushi que oferecia o petisco e que foram directamente convidados pelo proprietário com possibilidade de levarem quem quisessem. Escolheram os pais e estes, por sua vez, escolheram um grupo de amigos ao qual eu pertencia.
Até aqui nada de novo e lá fomos cedinho para o suposto jantar (só depois soubemos ser apenas uma prova).
Estava uma destas noites a atirar para o primaveril e, à porta, os mais pontuais esperavam os nem tanto, quando lá de dentro surge uma senhora que vestia um compridíssimo casaco de pele de um bicho felpudo beije claro (não sei a raça) completamente desadequado da temperatura, da estação, da moda e do correcto, e adivinhando qual de nós era a mãe dos miúdos dirigiu-se-lhe assim:
- Ó querida, não sei o que estão aqui as crianças a fazer porque não vão entrar. Esta é uma casa nocturna onde não podem entrar menores nem mesmo acompanhados dos pais.
A minha amiga, que nem é de se calar, embatucou com aquele “querida” proferido num indescritível tom de má educação sem limites. Disse apenas que eles é que tinham sido os convidados e que todos os adultos que ali estavam tinham ido por arrasto. Não valeu de nada que a gaja voltou ao “Ó querida, isso não me interessa, já lhe disse...
Podia estar cheia de razão, a forma como disse é que foi do piorio.
Os miúdos, queridos, disseram logo que não nos preocupássemos que iam de autocarro para casa – ali muito perto – e que ficássemos nós, os adultos.
Eu com o sangue a fervilhar-me por dentro que queimava quem me tocasse por fora de tamanha irritação e indignação, só não respondi à senhora maya o que me apetecia por respeito à mãe (não à dela mas à dos miúdos), disse logo que íamos mas era todos, que naquele sitio, com aquela pirosa malcriada, enrolada em não sei quantos bichos, não ficaria.
Pu.. da gaja que não sabe que o seu lugar é atrás da bola de cristal e das cartas e de lá nunca devia sair.

terça-feira, abril 26, 2005

Ainda

A digerir tanta beleza...

quinta-feira, abril 21, 2005

Táxi

- Liga para a Retalis, por favor, e chama um táxi.
- Ai, mulher! O que é isso da Retalis? Tem nome de um daqueles exames médicos que a gente não gosta de fazer!
(gargalhadas)
De facto nunca tinha pensado nisso mas quem escolheu este nome para uma empresa de rádio-táxis devia estar na mer...

quarta-feira, abril 20, 2005

fim-de-semana

Pois, eu sei que não é muito boa ideia ir para Itália neste momento, mas já andava a pensar há muito tempo que me apetece passear nos canais e pronto. A ideia martelava-me na cabeça e quando assim é nada como concretizar.
Achei que tinha de dar um destino a este fim-de-semana grande que não fosse a minha casinha alentejana e se bem pensei, melhor o fiz: marquei!
Aí vou eu "gondolar" ou outra coisa qualquer que me apeteça fazer, ver as montras mais bonitas da Europa, fazer vida de café e cometer uns crimes gastronómicos (e outros também).
Enfim, vou voltar apaixonada por uma cidade!

terça-feira, abril 19, 2005

Conclave de Gala

O que eles querem sei eu bem. Elegem para Papa um velhinho doente a quem o médico já tinha dito que devia ter uma vida recatada e tranquila, porque querem mais. O Conclave é uma festa, a casa de Santa Marta tem umas suites fantásticas e assim pode ser que o Bento não dure muito e que daqui a menos de um ano lá estejam instalados outra vez para mais uma festarola com aqueles fatos de gala que eles adoram.
Eu, cá por mim, se já me sentia pecadora, agora sinto-me praticamente excomungada.
Deus me perdoe mas acho que o Espírito-Santo estava com tal rouquidão que ninguém o ouviu.

segunda-feira, abril 18, 2005

Formiguisses

Há uns tempos que ando a pensar que gostava de ter uma casa projectada pelo Arquitecto Siza Vieira.
Isto começa a ser um desejo.

domingo, abril 17, 2005

O bicho à janela

Este bicho foi ontem motivo de gargalhadas numa esplanada.
Tinha lido a história e divertiu-me tanto que entendi partilhá~la com uns amigos ao almoço. As orelhas dos senhores das mesas do lado esticaram-se em direcção à nossa quando descrevi o horrendo animal e falei do telefonema para os bombeiros e para a polícia. Acho que toda a gente queria saber se valia a pena o procedimento em caso de algum dia virem a viver semelhante experiência e também, claro, saber do desfecho da tragédia.
Um das minhas amigas dizia "que horror, se fosse comigo saía logo de casa, fechava tudo e só voltava depois de alguém lá ter ido matá-lo nem que isso demorasse 3 ou 4 dias".
Quando relatei a intervenção e conclusão policial as gargalhadas não paravam.
É o género de partida que eu gosto e não interessa se sou vitima ou autora. É muito divertido quando estas coisas acontecem.

Upa!

Agora que já estou com um bronzeado de meter inveja, vou ali comprar uns livros. Intervalo na ronha, que este domingo está a ser dia de descanso absoluto como mandam as leis do Senhor.

Em modo de bronzeado

Já tinha planeado passar o dia de hoje na praia. Deixei tudo arranjado ontem à noite para quando acordasse ser apenas tomar banho, vestir o bikini, pôr os óculos de sol, pegar no descapotável e ir.
Estava mesmo com vontade de passar o dia deitada ao sol a fazer a manutenção do bronzeado das férias da Páscoa.
Como não está tempo para isso e o pescoço está no estado em que está, vou mas é deitar-me na cama a ver um daqueles programas de televisão sobre destinos turísticos de férias na praia e desejar que o sol de lá passe pela TV e me bronzeie cá.

Torcicolo

Será que os movimentos da parte interior da cabeça também ficam afectados? É que hoje acordei assim e como um dos tratamentos consiste na aplicação de botox, vi logo aqui uma excelente oportunidade para a Médis me comparticipar uma boca Esther Cañadas. Só não consigo entender como é que o botox nos lábios me tira as dores do torcicolo.

É mesmo já a seguir

que vou dormir 15 horas seguidinhas.

Desculpas sociais

Chegei ao fim desta semana completamente de rastos. Devia ter ido a um jantar que não tive forças para enfrentar e impôs-se arranjar uma desculpa porque, dadas as circunstâncias, era impossível dizer apenas que não ia porque estava cansada. Vai daí a criatividade teve de ser usada. No momento em que decidi não ir estava com uma amiga especialista em inventar ocorrências de última hora para faltar aos quatro convites que foi aceitando para o mesmo dia à mesma hora. Não podia, portanto, estar melhor assessorada para a resolução do meu dilema. Tal foi o desenvolvimento que demos ao assunto que nos desafiaram a escrever um livro intitulado "Desculpas Sociais". Dá jeito trazer sempre no bolso, qualquer um pode hoje publicar um livro e é capaz de ter mercado. Vamos começar já a escrever o Tomo I e lá para o Natal estarão nas bancas o I e o II com 500 páginas cada.
Claro que serão usados heterónimos e no lançamento estaremos de buço e peruca.
Não é por mal, é tudo para nosso bem.

quinta-feira, abril 14, 2005

Já está!

Há coisas mesmo difíceis de responder quando me é exigida síntese e limites. Quando o tema é livros, bem sabe quem conhece a minha casa, que qualquer dia tenho de me desfazer da roupinha que tenho nos armários porque as estantes já não chegam e por isso a coisa complica-se. Talvez tenha mesmo de mandar construir um anexo no quintal para o que há-de vir por aí. A leitura é uma paixão de criança e criou-se um livro gigante na minha memória - já cheia de brancas - que tem capítulos de quase todos os que fui lendo. Pensei brincar depois mudei de ideias. Pensei responder uma vez a brincar e outra a sério mas o tempo de que disponho esta semana não é muito. Pensei em criar regras limitativas das respostas do género: só autores portugueses, só livros dos últimos dez anos, só aqueles que me marcaram. Não ajudou e por isso, com muito esforço e sem garantir que amanhã as respostas sejam as mesmas, cá vai:
Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
O Mistério do Jogo das Paciências, Jostein Gaarder.
É mágico!
Já alguma vez ficaste apanhadinha(o) por um personagem de ficção?
Completamente! Absolutamente apaixonada por um marinheiro lindo e cheio de histórias bonitas para contar que não parava no mesmo lugar e me levava sempre com ele: Corto Maltese, Hugo Pratt.
Qual foi o último livro que compraste?
Memórias das Minhas Putas Tristes, Gabriel Garcia Márquez.
Já tinha falado dele umas linhas abaixo.
Que livros estás a ler?
Paixão no Lago, Thomas Christopher Greene.
Breve História Sobre Quase Tudo, Bill Bryson.
Viver para contá-la, Gabriel Garcia Márquez.
Os Maias, Eça de Queirós.
Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
Uma Família Inglesa, Júlio Dinis
Buddenbrooks, Thomas Mann
O Principezinho, Antoine Saint-Exupéry
A Rapariga das Laranjas, Jostein Gaarder
Fahrenheit 451, Ray Bradbury (que nunca li)
Que falhas! Devia ter posto num sítio qualquer o José Mauro de Vasconcelos, todos os do Jorge Amado, Machado de Assis, alguma coisa do JL Borges, o meu Camilo Castelo Branco, Aquilino Ribeiro, Vergílio Ferreira, os outros do Eça e do Júlio Dinis... até as Viagens na Minha Terra eu devia levar para a ilha deserta, que no tempo em que devia ter andado de braço dado com a Joaninha e percorrido o Vale de Santarém vim-me embora aos primeiros passos (que é como quem diz: logo nas primeiras páginas) porque achei a viagem uma seca e indo lá para ilha aproveitava para saber se ainda acho o mesmo já que me parece que afinal até devo apreciar aquele passeio.
A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?
Não passo que já sou famosa por quebrar estas cadeias e ainda não é desta que vou estragar a minha reputação. Além disso aqueles a quem passaria já respoderam.
Assim já ficam a saber muito de mim e resolvi não dar mais explicações.

Coisas de galinha

Não gosto nada de ver o Galo de Barcelos a pavonear-se por aí de mota ou a fazer ski.
Não é justo que a figurinha, que nem de alimento necessita, tenha ganho tantos milhões e os ande a esbanjar nessas coisas.

Livros e mais livros

Pois é, não bastava um! Andam aí uns e outros a querer saber os livros da minha vida e das minhas circunstâncias. Agora tenho dois desafios a responder e vou mesmo fazê-lo duas vezes que assim o número de referências duplica e tudo se torna mais simples.
Amanhã ou depois as respostas estarão por aqui.

quarta-feira, abril 13, 2005

Observações literárias*

Não gostei da história "Memórias das Minhas Putas Tristes". Para já porque não gosto de putas e menos ainda se são tristes. Depois também não me agrada a ideia de um velho - quem tem 90 anos é velho - querer celebrar o aniversário com uma virgem de 14 anos. Se fosse uma gaja de 80, mesmo virgem, ainda entendia mas, nos tempos que correm (e nos passados também), uma miúda de 14 parece-me muito mal. Muito mal mesmo!
Paixões platónicas também não faz o meu género.
Mas não ter gostado da história não faz com que tenha deixado de gostar de ("do" parece-me de uma intimidade que não tenho e irrita-me quem lhe chama Gabo) Gabriel Garcia Marquez ou mesmo do livro e há várias passagens que me encantam. Uma delas cito-a, não tanto pelo encantamento mas porque vem completamente a propósito da minha fase actual. Cá vai:
"Descobri que não sou disciplinado por virtude**, mas como reacção contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir a minha mesquinhez, que passo por prudente por ser pessimista, que sou conciliador para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que não se saiba que pouco me importa o tempo alheio."
O parágrafo continua: "Descobri, por fim, que o amor não é um estado de alma mas um signo do Zodíaco". Esta parte não tem nada a ver comigo porque isso eu ainda não descobri, talvez por não ter 90 anos.

* Título presunçoso.
** Esta é a parte que tem a ver com a minha fase actual.

Sei lá o que me espera mais!

Sabes lá tu para o que me está a dar... agora que já está tudo limpo e nos lugares inventei - porque continua aquela energia maluca que não sei explicar e ainda não fui ao médico - que tenho de pintar as paredes e encerar o chão.
Alguidares de Baixo fica-me fora do caminho mas se continuar assim acho que me podes esperar um destes dias (promete que não me dás uma seca da "palavra do sinhor" que eu vou mesmo). Depois enfio-me num SPA que aí há e recupero de todo este esforço que seguramente me vai fazer cair para o lado em menos de uma semana.

Eu avisei-te!

Que ter um blog dá algum trabalho e requer tempo...
Eu sabia, mas sou teimosa!
Já tenho trabalho que sobra, não tenho muito tempo, mas mesmo assim tenho o blog e meia dúzia de leitores sistematicamente defraudados. Ok?

sexta-feira, abril 08, 2005

O algodão não engana

a empregada é que sim!
Que injustiça! Coitada, muito faz ela numa casa deste tamanhão e sempre com tanta roupa para arranjar, de sorriso na cara e disposta a tudo o que lhe peço. Mas apeteceu-me o desafafo, agora que fiz o teste do algodão nos azulejos da cozinha e o resultado não foi brilhante.

quinta-feira, abril 07, 2005

Sumiu

Acabei de escrever um post que sumiu era pequenino mas, como já disse, ainda estou ligada em modo de limpezas e arrumações e por isso não vou repeti-lo porque não tenho tempo.

Será que vai passar?

Ai que já vamos no quarto dia e ainda não me passou. Estou prestes a ligar o turbo novamente e continuar as limpezas e arrumações.
Importa esclarecer - e aqui é que a coisa se torna mais complicada - que a minha casa não estava o caos. Bem longe disso, mas não sei o que me está a dar que é tudo para fora dos roupeiros e das gavetas para voltar a entar direitinho, cera no chão, nas bancadas da casa de banho e nos parapeitos das janelas. Paredes, vidros e tapetes lavados, ferro de engomar em punho até para os panos da limpeza. Enfim, vai tudo à frente.

Ligada em modo de:

Limpezas e arrumações.
Em casa e no trabalho não faço outra coisa há três dias. Estou a ficar farta mas não consigo parar.
Transtorno obsessivo-compulsivo é o meu auto-diagnóstico. Um médico já e que traga logo a camisa de forças tamanho formiga!

quarta-feira, abril 06, 2005

Dom

Preciso urgentemente de um dom: o de saber quando é que uma coisa deve ir para o lixo porque não voltará a ser utilizada, quando é que uma roupa deve ser dada porque não voltará a ser vestida, enfim um dom que sirva para coisas deste género. É que andar a deitar fora ou empacotar para outro destino coisas que já não deviam estar cá em casa há meses ou anos, é tarefa que me desagrada.
Preciso também de outras coisas e outros dons mas esta semana era este que me dava jeito.

terça-feira, abril 05, 2005

Arroz branco

1 chávena de arroz
2 chávenas de água
sal qb
Põe-se a água com o sal ao lume, deixa-se levantar fervura, adiciona-se o arroz. Mexe-se de vez em quando e deixa-se cozer cerca de 10 minutos.
Parece fácil, não é?
Pois para mim, que até tenho fama de excelente cozinheira, é um dos grandes mistérios da culinária.
Um dia vai sair bem!

segunda-feira, abril 04, 2005

Coisas boas

Regressar e ter uns dias tão grandes à minha espera.
Isso e o cheirinho da laranjeira do meu quintal, fazem-me sentir a Primavera.

domingo, abril 03, 2005

Fim de férias

Acabadinha de chegar e com muito para contar.
Agora vou sacudir a areia que ainda trago agarrada aos pés, as toalhas de praia, dar de jantar aos formigos, ver a Quinta - que não sei nada do que se passa e isso não pode ser - e depois de tudo feito lá poderei dar mais um bocadinho de atenção aqui ao formigueiro.
As férias da Páscoa já acabaram e amanhã recomeçam as aulas.