<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d8777530\x26blogName\x3dFormiga+Rabiga\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dSILVER\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://formiga-rabiga.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://formiga-rabiga.blogspot.com/\x26vt\x3d1847697079752520194', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

quinta-feira, setembro 29, 2005

O Cavaleiro da Dinamarca

Há uns anos dei com os olhos na capa deste livro e senti um mau estar incompreensível. A sensação de estar sozinha numa enorme e densa floresta verde, vestida com roupas velhas e rasgadas, descalça, cheia de frio, rodeada de um nevoeiro baixo, chuva miudinha. Olhando para cima, lá muito no alto, por entre os pequenos pontos livres deixados pelos ramos das árvores, conseguia ver uns minúsculos raios de sol que entravam na floresta, mas tão ténues que não tinham capacidade para lhe dar luz ou aquecer. Uma angústia brutal que me atacou ao olhar a capa do livro! Pensei que não podia ser, nada escrito para crianças pela Sophia de Mello Breyner podia ser tão medonho.
Tinha-o lido com sete ou oito anos e não me lembrava de um único detalhe da história, contudo, tinha aquela horrível sensação, vinda do nada, que se repetia sempre que pensava no Cavaleiro da Dinamarca ou os meus olhos se cruzavam com aquela capa. Por um milhão de razões - entre as quais um certo desleixo - não o comprei naquele momento e passaram-se alguns anos. Ontem, decidi acabar com esta fantasia e comprei-o.
Agora vou ali para a cama matar este fantasma e depois, se valer a pena, conto como foi.

terça-feira, setembro 27, 2005

Receita para uma pele radiosa:

Duas garrafas de borba por dia.

Ingénua formiga!

Dizer que se vê o fiel ou infiel - ainda que ocasionalmente e apenas em determinadas circunstâncias como seja a de aproveitar o serão para passar a ferro, tarefa que não deixa ter olhos para a televisão e etc. - é coisa que não se faz. Podem ver-se todos os reality shows, o telejornal e as novelas da TVI, mas o João Kleber, mesmo que por mera curiosidade científica, não! É muita vergonha! Pois é, eu sei, mas já vi bem uma meia-dúzia de vezes. Em todas as emissões a cena se repete: o João entusiasma-se, ou faz de conta, e começa a gritar "pára, pára, pára ágora" - no momento em que a gravação da pouca-vergonha está prestes a começar - "cê vai querê vê áté o fim?" -, pergunta a quem encomendou a um(a) prostituto(a) qualquer - que ali assume a profissão de actor - a sedução do amor da sua vida, com quem pensa vir a casar daí a um mês. A resposta é "não, começou, agora quero ver até ao fim". Assegurada a convicção da decisão, com um "tem cértêza?", lá prossegue a pouca-vergonha entre sedutor(a) e seduzido(a).
Mas o pior de tudo não é o programa, sou eu, que, invariavelmente, fico à espera do momento em que o(a) seduzido(a) não se deixa seduzir e demonstra fidelidade ao(à) namorado(a), marido(mulher), companheiro(a) ou, sei lá que nome dar, a quem encomenda um teste de fidelidade à pessoa com quem partilha a vida e, ainda por cima, se presta a mostrar os cornos na televisão.

segunda-feira, setembro 26, 2005

Quero o meu dinheiro de volta

Sinto-me roubada, sinto-me muito roubada!
Assim por alto, de Janeiro a Setembro os cofres do estado arrecadaram à minha conta uns valentes milhares de euros em impostos directos. A somar-lhe o IVA do dia-a-dia, nem sei onde a coisa vai parar. Não tendo eu um rendimento mensal que valha um atigo de jornal e não vendo quaisquer benefícios deste roubo sagrado e "consentido", estou revoltada. Paga-se uma fortuna em impostos e depois uma consulta num hospital público custa perto de 60 €.
Está mal, está muito mal!

Republished

- Quando voltamos a ter o nosso amor? Ele levantou os olhos do chão, antes de olhar para mim. As suas pupilas dançavam a um ritmo acelerado e parecia-me que os seus lábios tremiam quando disse:
- Quanto tempo podes esperar?
Se eu respondesse dois ou três dias podia parecer impaciente. Por outro lado, se dissesse “toda a vida”, ele poderia pensar que eu não gostava verdadeiramente dele ou, simplesmente, que não estava a ser sincera. Por isso, optei pelo meio termo. Respondi:
- Até o meu coração sangrar de dor. Ele sorriu, indeciso. E passou um dedo pelos meus lábios antes de perguntar:
- E quanto tempo é isso?
Desarmada optei por dizer as coisas como eram:
- Talvez cinco minutos.
As minhas palavras pareciam agradar-lhe e murmurou:
- Não podes esperar um pouco mais?
Agora era a minha vez de exigir uma resposta:
- Quanto tempo?
- Meio ano. Se esperares esse tempo, podemos voltar a ter o nosso amor de volta – respondeu. Devo ter suspirado ao dizer:
- Porquê todo esse tempo?
- Porque é o tempo que tens de esperar.
Ele deve ter notado o meu desapontamento, porque acrescentou:
- Se conseguires, podemos estar juntos e amar-nos todos os dias dos anos seguintes.
Não consegui esperar. Fui atrás dele e do nosso amor...
Passou muito tempo, muito menos de seis meses mas muito mais de cinco minutos. Quando nos reencontrámos ele estava à mesa. Com ambas as suas mãos pousadas sobre as minhas sorriu calorosamente, não parecia nem um pouco perturbado.
- Não conseguiste. Não conseguiste esperar por mim – disse ele.
- Não – admiti. – O meu coração está a sangrar de dor.
Ele continuava a sorrir. Tentei sorrir também mas não consegui.
- Então perdi a aposta – acrescentei.
Ele reflectiu antes de responder:
- Às vezes na vida temos de sentir um pouco mais de saudades. Escrevi-te para não sucumbires à saudade.
Senti um estremecimento que percorreu os meus ombros, quando repeti:
- Então perdi a aposta!
Ele respondeu com um sorriso pouco convincente:
- Tu foste desobediente. Mas ainda há esperança de reparar este incidente.
- Como?
- Continua como antes. Tudo depende da tua paciência.
- Não compreendo nada – respondi. Depois afagando-me as mãos e suspirando, murmurou:
- O que é que tu não entendes?
- As regras. Não compreendo as regras.
Observei-o. Tentei recordar-me do primeiro encontro com ele. Olhei para os seus olhos claros, estudei a sua face algo misteriosa e em seguida o meu olhar desviou-se para o seu corpo. Ele não pareceu sentir-se incomodado. Depois conversámos durante muito tempo. Não vou repetir timtim por timtim tudo o que dissemos um ao outro nesse fim de tarde e pela noite fora. Na verdade já nem me lembro bem. Se eu o tinha encontrado há muito tempo, agora já mal conseguia lembrar-me disso. Mas apenas pensar como era bonito e o amava. Sabia que o tinha encontrado e que a partir desse momento não precisava de procurá-lo mais.

Porque tenho saudades tuas e porque não me canso deste texto, nem do ele que representa.

sexta-feira, setembro 23, 2005

Odeio (2)

Ainda sobre o gosto/não gosto da Ti - acho que só falei sobre três coisas de que não gosto e são cinco - cá vai mais uma, arriscando-me a ferir susceptibilidades de alguém:
T-shirts com logótipo do Hard Rock Cafe e por baixo o nome da cidade onde foi comido o hamburger!

Cá em casa há uma ou duas, eu é que não digo em voz alta.
O uso está proibido, claro!

ID/IP

Esta manhã ao ver o sitemeter, apanhei um valente susto. Alguém do trabalho tinha descoberto o meu blog! Caraças, isto não era suposto, mas mais tarde ou mais cedo tinha de acontecer, quem me mandou escrever sobre a osga, identificam-me logo, ai meu Deus, quem terá sido?
Procurei nos "bons dias" um olhar diferente - do género, sua malandra então tens um blog e não dizias nada -, que além do cumprimento me fizesse perceber por quem tinha sido apanhada. Nada, tudo normal! Sentei-me à secretária e esperei que o visitante chegasse e me tratasse por formiga-rabiga. Nada! Pensei: quem foi só pode ser burro e não percebeu que sou eu.
Consultei melhor o sitemeter e afinal a burra fui eu que confundi tudo. O IP era parecido mas não era o do meu local de trabalho.
Depois veio a dúvida: conto já, para não ser apanhada um destes dias ou mantenho-me incógnita? Para já escolhi a última hipótese, depois logo se vê. Sinto-me mais livre desta maneira!

quinta-feira, setembro 22, 2005

Montras

Quem não saiba em que época do ano está, basta olhar para as montras das ervanárias e fica logo situado:
Antes do verão: produtos naturais para emagrecer e eliminar a celulite;
Antes das épocas de exames: produtos naturais para a inteligência e concentração;
Antes da primavera: produtos naturais para melhorar a performance sexual e combater a astenia;
Antes do inverno: produtos naturais para prevenir e combater gripes e constipações;
Até se entende! Mas agora as montras estão pejadas de laxantes, o que se passa que eu não estou a alcançar?

Outono

Calha sempre bem fazer termas nesta altura do ano.
Eu já escolhi o destino para onde vou a banhos. Um sítio assim só pode fazer bem ao corpo e à alma. Lindo!
Ora bem, reservo para quantos?

terça-feira, setembro 20, 2005

Eighty South Street

Já disse que me apetecia mudar de casa e que gostava que a próxima fosse um projecto do nosso Siza Vieira. Como não estou propriamente com pressa, tenho andado a ver umas coisas aqui, outras ali, mas não tenho encontrado nada que me fascine. Hoje, finalmente, encontrei uma que me levava, não é do Siza, mas é do Calatrava, que também não é mau. Como fica ligeiramente "fora de mão", não será para primeira habitação - isso preocupa-me um bocadinho por causa do IMI -, mas pronto, logo se vê como posso gerir o tempo que por lá passarei, não tem quintal, mas deve ser um apartamento simpático. Tem aspecto de ter muita luz! Ainda não tenho a chave, mas convido quem quiser a visitar o prédio por fora, a ver se não é o máximo.

Seinfeld

Se eu dissesse que não acho muita graça ao Seinfeld, que não lhe acho mesmo gracinha nenhuma, que não me faz rir, pronto, que não gosto mesmo nada do Seinfeld, deixava de ter visitas no blog?

segunda-feira, setembro 19, 2005

Dum-Dum para pulhas

Só conheço um remédio/veneno que bem aplicado os fere de morte, esmaga e destrói de forma implacável: a inteligência.
Apesar de não conhecer as nuvens que pairam sobre Bruxelas, parece-me que não falta por aí o ingrediente para a morte do bicho.

Que seja lenta e dolorosa como no caso se impõe.

O homem dos meus sonhos

Ai Lilla, tens razão, tenho de mudar de protagonista mas não será o Brad porque, além de não fazer o meu género e andar sempre atrelado à Angelina, sai muito com uma grande amiga minha e, embora ela desista dele muitas vezes, ainda tenho esperança que se componham. Outro que me ocupe os sonhos, que não seja aquele que me acompanha no sono, noite após noite, por direito e amor, não encontro.
O dos meus sonhos, aquele que me levaria ao pecado, à infidelidade, ao adultério*, já não está entre nós e a vida também não quis que um dia os nossos caminhos se cruzassem. Ainda tive esperança, mesmo depois do casamento com a Carolyn – nada bonita, mas de uma classe arrasadora. Contudo, o destino, cruel, não reservou uma oportunidade para a nossa paixão.
Além do mais, sonhar com fantasmas também não deve ser nada bom.

*Meu amor não fiques triste que, como vês, não há hipótese de te trair e, no caso, nem a traição em pensamento conta.

sábado, setembro 17, 2005

Ainda os répteis

Fiquei traumatizada: esta noite sonhei com o dragão de Comodo.

Planos

Limpezas - lá dever, devia, mas não me apetece;
Praia - o tempo já não está assim tão bom, embora me apeteça manter a boa cor;
Esplanada - pode ser uma boa alternativa, há uma na Praça das Flores que chama por mim;
Tudo isto - o dia tem muitas horas, bem aproveitado dá para tudo, não sei é se me apetece.

Ontem recebi um sms ao fim do dia que dizia assim: vamos passar o fim de semana a Madrid?
Se não tivesse hesitado, hoje não estaria com dúvidas sobre a melhor forma de ocupar o dia!

sexta-feira, setembro 16, 2005

A osga e a formiga

Ontem a noite foi de reboliço!
Uma osga resolveu entrar sem ser convidada. O escritório ficou um caos, fechei a porta e calafetei-a pelo lado de fora, preparando-me para não entrar nesta assoalhada pelo menos por três semanas (o tempo que calculei que, com segurança, a bicha levaria a morrer à fome e à sede, eu que nem percebo nada de osgas). Antes tinha-me armado de esfregona para a matar, mas o pacifista aqui de casa pôs a vida da bicha acima da minha tranquilidade e bem-estar e fui proibida de cometer o crime. Ainda assim matava-a, a questão é que aqueles cinco centímetros de réptil pareciam ter 200 CV e 8 cilindros, viajando pelo chão e paredes a uma velocidade inalcançável pela esfregona, empunhada por uma mão nervosa e cheia de medo.
Vencida, fui deitar-me deixando bem fechadas todas as portas que separam o escritório do quarto, a rogar pragas à osga e a quem me pedia que fosse racional, que uma osga é bicho inofensivo que come mosquitos e foge das pessoas. Quero lá saber, mesmo assim não gosto de osgas e como não há mosquitos cá em casa ela morre de fome em três semanas, no máximo!
Ele lá percebeu que eu não estava nada bem e, com todo o cuidado para não a matar ou magoar, conseguiu "caçá-la" e pô-la na rua. Antes fotografou-a para que eu pudesse apreciar-lhe a beleza, ou o encanto, ou sei lá o quê. Aí pelas 4:00 a.m. fui acordada por uma luz intensa à frente dos olhos e um minha querida olha aqui. Eram as fotografias da osga, a notícia de que já tinha partido e o relato detalhado da caça à bicha.

quinta-feira, setembro 15, 2005

Aos 4 anos

Não chorei no meu primeiro dia de escola. Estava feliz da vida!
Aquela criançada toda à minha volta e do meu tamanho, só podia significar muita brincadeira. Neste contexto as lágrimas não cabiam.

quarta-feira, setembro 14, 2005

MARL

Outro dia fui ao MARL.
Esperava encontrar um grande mercado mas nunca imaginei o gigantesco espaço, com enormes edifícios, que lá encontrei. Aquilo deve ser um armazém para as couves, outro para os rabanetes, outro ainda para as cenouras. Do que vi presumo que cada legume esteja à venda no respectivo edifício.
Fui lá pelas flores, que me constou serem baratas - de facto são mesmo muitíssimo baratas - que são vendidas num outro armazém, bem longe daqueles onde estão os legumes. Tão longe que só mesmo indo de carro mas sempre sem sair do recinto.
Antes de ir telefonei para os serviços administrativos e perguntei o caminho: não tem nada que enganar! Vai em direcção à A8, passa as portagens de Loures, vira à direita para a CREL e segue as placas que indicam MARL.
Lá fui! Um trânsito enorme para sair de Lisboa e depois de 45 minutos lá estava a desviar para a CREL. Andei, andei, sempre a seguir as placas, até chegar a uma rotunda com várias saídas que contornei 3 vezes porque em nenhuma delas via a placa MARL. Saí "ao calhas", perguntei à frente e quase por milagre estava bem. Siga sempre em frente e vire na 1ª à direita.
Isto é longe comó caraças - pensei com os botões - e os acessos são uma merda. Não tinha passado o pior! A estrada atravessa uma pequena povoação - Bucelas, acho eu - onde é tão estreita que não se cruzam dois carros ligeiros.
Que há estradinhas assim pelo nosso Portugal fora, nada de novo, mas que essas estradinhas servem de acesso principal ao Mercado Abastecedor da Região de Lisboa, já é uma grande novidade e absolutamente imperdoável. Eram quase 19h e as filas de carros para cá e para lá tinham quilómetros. Imagine-se de manhã quando os grandes camiões chegam com as mercadorias, os vendedores se deslocam para o trabalho e os compradores da madrugada, que têm de abrir as lojas bem cedo, ali querem chegar por aquele caminho de cabras!
À saída perguntei ao vendedor das flores se havia alternativa. Sim - respondeu-me -, vá em direcção a Vialonga e entre em Lisboa pela A1. Melhor mas, ainda assim, terrível: uma subida de curvas apertadas por uma estrada meio metro mais larga.
Quem ali trabalha ou vai em trabalho, tem de desesperar, não se admite mesmo!

terça-feira, setembro 13, 2005

Requinte é:

Perfumar a casa com incenso que tem o aroma do meu perfume!

Eu gosto mesmo destas coisas.

Estados

Estou 120 € mais pobre e o meu cabelo não está 120 € mais bonito!

segunda-feira, setembro 12, 2005

Odeio

Barulho de mastigação
Qualquer ruidozinho que seja, mesmo ligeiro. Se é de boca aberta a coisa agrava-se ainda mais e se acontece perto de mim, ou à minha mesa, tenho de me levantar ou fazer um exercício qualquer de abstracção mas não consigo abstrair-me porque é demais. É coisa que me tira do sério e me enerva. Quem me quiser torturar a ponto de me levar à loucura, é só pôr alguém a mastigar de boca aberta ao meu lado.
Cheiro de tabaco de cachimbo
Agonia-me, enjoa-me, faz-me suster a respiração até ficar roxa e quase morrer auto-asfixiada. Entendo bem quem não gosta do cheiro do meu cigarro quando penso no que sofro com um cachimbo por perto.
Favas
Dos poucos cozinhados de que não gosto e tenho pena - uma vez que o aspecto é delicioso. Mas nesta boquinha abençoada não entra uma favita que seja (concedo nas fritas salgadas que se servem como aperitivo).
Isto para começar a dar resposta ao questionário da Ti que um destes dias, com mais tempo, prometo completar.

Claro que resolvi responder ao gosto/não gosto relativamente a coisas sem importância nenhuma para a humanidade, mas que me afectam e me tocam.

quinta-feira, setembro 08, 2005

corpo dormente

Eu acho que vou gostar deste blog!

quarta-feira, setembro 07, 2005

Chamar os bois pelos nomes

Ao telefone:
S: A M. esteve lá a casa ontem. Telefonou-me antes a saber se eu podia ficar com o hamster durante uma semana porque vai de férias e foi lá deixá-lo.
F: E como é o bicho?
S: Enorme! Muito maior que os meus, maior ainda que a tua. É cinzento e de rabo comprido.
F: Tens a certeza que é mesmo um hamster? Pela descrição parece uma ratazana de esgoto!
S: Ai, não me digas isso que eu morro de medo.
F: Espera lá pode ser uma chinchila, faz uma busca no google e vê fotografias. Tem o rabo parecido com o dos esquilos?
S: Não! É mesmo uma cauda comprida e sem pelos. Eu já devia ter percebido! Afinal hoje em dia o bicho mais nojento à venda numa loja de animais é sempre um pet, seja um carrocho querido ou uma ratazana de esgoto. E a M. gosta de tudo o que é bicho e nenhum lhe causa nojo ou medo... Ai o que faço agora? Estou cheia de medo! E se o rato sai da casota durante a noite?...

O resto da tarde foi telefonema para cá, telefonema para lá, a tentar descobrir se era hamster, chinchila, ratazana ou outro bicho qualquer. A confusão foi tal que até foi consultado um biólogo para esclarecer a raça do animal. A dona do bicho veio a saber da confusão e à pergunta "afinal que bicho é aquele, é mesmo uma ratazana?" apenas respondeu com uma sonora gargalhada.

El 7 De Septiembre

É hoje e é também o título de uma música dos Mecano de que gosto muito. Para quem também gosta informo já que, em versão acústica e inédita, irá fazer parte de um novo disco do grupo, à venda em Janeiro de 2006.

É só para avisar

que eu ainda não estou farta de sandálias.

terça-feira, setembro 06, 2005

Sentada ou em pé?

L: estou com um problema...
F: diz lá.
L: Não sei quando é para levantar na missa, não ponho lá os pés há anos.
F: Não te preocupes, segues as outras pessoas.
L: o problema é que eu sou a noiva, fico de costas para todos. O padre vai topar-me logo. Achas que dá para pôr um espelho em cima do altar a servir de retovisor?

Barbie, o leitor de mp3

O Ipod é uma espécie de Barbie: tem acessórios que nunca mais acabam.
As peúgas coloridas já cá cantam!

sábado, setembro 03, 2005

Ai pode, pode...

e eu já tenho o meu Ipod: 60 GB de música, é muita canção.

Um beijinho especial a quem não deixa que os meus desejos se fiquem apenas por isso mesmo durante muito tempo.

sexta-feira, setembro 02, 2005

My Seduction Style: Au Natural

You rank up there with your seduction skills, though you might not know it.That's because you're a natural at seduction. You don't realize your power! The root of your natural seduction power: your innocence and optimism.
You're the type of person who happily plays around and creates a unique little world. Little do you know that your personal paradise is so appealing that it sucks people in. You find joy in everything - so is it any surprise that people find joy in you?
You bring back the inner child in everyone you meet with your sincere and spontaneous ways. Your childlike (but not childish) behavior also inspires others to care for you. As a result, those who you befriend and date tend to be incredibly loyal to you.
What Kind of Seducer Are You?